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 Sobre a Deficiência Visual

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ACAPO e ONCE oferecem bolsa de estudos para curso de fisioterapia em Espanha

ACAPO

5 Março 2017

Decorre até 30 de abril o prazo para apresentação de candidaturas a uma bolsa de estudos no curso de fisioterapia na Escola Universitária de Fisioterapia da Organização Nacional de Cegos Espanhóis, uma das mais prestigiadas academias de Espanha. Podem candidatar-se a esta bolsa todos os associados efetivos da ACAPO que possuam as quotas em dia, um bom domínio da língua espanhola falada e escrita, os requisitos gerais de acesso à universidade espanhola, sejam eficazes na leitura e escrita em Braille, carateres ampliados ou em suporte informático com apoio de tecnologias de acesso, dominem adequadas técnicas de orientação e mobilidade e, não tenham outras deficiências, para além da visual, que possam impedir o exercício da função para a qual o curso de destina.

Para mais informações contacte o Departamento de Relações Internacionais para o telefone 213 244 50, fax 213244501 ou e-mail relacoesinternacionais@acapo.pt.
 

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[17.Mar.2017]
publicado por MJA 



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Cáritas de Coimbra e ACAPO apoiam integração profissional

Cáritas


Em parceria com a ACAPO - Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal - a Cáritas Diocesana de Coimbra tem vindo a dar passos consistentes na área da integração profissional de pessoas com deficiência visual. Para além de atualmente acolher, sob a forma de estágio de inserção para pessoas com deficiência e incapacidade, dois jovens com deficiência visual (baixa visão), realizou em março de 2015 um contrato de trabalho. Nas palavras de Ana Sofia Antunes, Presidente da Direção Nacional da ACAPO este é "um exemplo a seguir em matéria corporativa".

O percurso de Gorete Ferreira, associada da ACAPO, iniciou-se na Cáritas Diocesana de Coimbra em 2013, quando integrou a medida Contrato Emprego Inserção para pessoas com deficiência e incapacidade, na área do atendimento telefónico. Após essa primeira oportunidade seguiu-se a realização de um estágio de inserção para pessoas com deficiência e incapacidade, durante mais 12 meses e agora novamente em parceria com a ACAPO, a Cáritas de Coimbra realizou um contrato de emprego protegido com a colaboração do Instituto de Emprego e Formação Profissional, de Coimbra. A Presidente da ACAPO salienta que "é de destacar este tipo de iniciativas que partem da sociedade civil e são um forte contributo para a promoção da inclusão social”.

A Cáritas Diocesana de Coimbra rege-se por uma política integradora no âmbito da empregabilidade e responsabilidade social. Além do caso já especificado de Gorete Ferreira, a organização tem neste momento em execução mais um Contrato Emprego Inserção com um associado da ACAPO, bem como uma nova integração ao abrigo da medida Estágio Emprego a iniciar em junho. Estão ainda integradas, com 60% de incapacidade de outro tipo, quatro pessoas com contratos sem apoios.

Dentro das especificidades dos postos de trabalho e com o tipo de serviços que é necessário assegurar e prestar aos utentes e à sociedade em geral, a Cáritas Diocesana de Coimbra procura proporcionar iguais oportunidades de emprego a todas as pessoas de igual modo.
 

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[17.Mar.2017]
publicado por MJA 



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Deficientes visuais do Porto criam tradução tátil de um quadro

Correio da Manhã | 17 Fev 2017

Fons Vitae. 1515-1517
Reprodução em quatro painéis táteis em gesso vai permitir "ver" a obra Fons Vitae (acima).
 

Alunos da Escola Comércio do Porto e deficientes visuais, do curso de operadores gráficos de braille da Santa Casa da Misericórdia do Porto (SCMP) estão a criar uma tradução tátil do quadro Fons Vitae que preveem concluir em abril. A reprodução em quatro painéis táteis em gesso, que vai permitir aos deficientes visuais "ver" a obra do século XVI exposta no Museu da Santa Casa, nasceu, segundo a diretora da escola Ana Mestre, "de uma proposta lançada por uma docente", no âmbito das escolas solidárias da Fundação EDP. "Este projeto vai permitir dar informação cultural a outro tipo de públicos", disse à Lusa Ana Mestre sobre a iniciativa da professora Teresa Mendes que, na escola profissional onde leciona, envolveu alunos provenientes do ensino secundário, com idades entre os 16 e 19 anos. Teresa Mendes explicou que na colaboração com o grupo de invisuais está a ser feita a "sintetização de uma proposta de quatro painéis de acessibilidade gradual à informação que a pintura quer transmitir, sendo que os três primeiros são uma desconstrução do último". "Adotar esta metodologia de acessibilidade gradual é importante", frisou a docente sobre a interação com os formandos do Centro Integrado de Apoio ao Deficiente (CIAD) da Santa Casa, procurando privilegiar as texturas escolhidas por estes em detrimento de outras que para eles "possam constituir ruído". Ao todo, serão utilizadas "nove texturas para representarem aspetos como o metal, a pedra, o sangue, o cabelo, a nuvem ou o céu", acrescentou, reiterando que as escolhas partem sempre dos "operadores gráficos de braille do CIAD" que, ao receber as propostas, "avaliam se se assemelha ao que imaginam está representado no quadro". Para a coordenadora do projeto Diana Monteiro esta iniciativa "melhorou a sensibilidade de alunos" que vêm de "percursos escolares complicados" e cujo nível de envolvimento, acrescentou a professora Teresa Mendes, fez até que "a turma traduzisse de inglês para português o dossiê para a preparação dos painéis". O projeto dura desde novembro de 2016 e decorre em horário escolar, representando para Ana Mestre "muita aprendizagem" para uma instituição com "tradição de trabalho na área da inclusão". Tiago Vidinha é um dos "consultores" que semanalmente "interpreta as texturas" que os alunos partilham com os formandos operadores gráficos de braille, tendo afirmado à Lusa ser este "um projeto de enorme importância". Considerando a obra Fons Vitae "muito importante", o jovem lembrou que "quem a vê consegue-a interpretar". E acrescentou: "nós, os cegos, para lá chegarmos, será sempre a partir de outros". "Estamos a dar a nossa opinião sobre como ficaria melhor o quadro, quais são as texturas mais indicadas", disse Tiago Vidinha sobre um projeto que "está a correr muito bem e que, com este desenvolvimento, está a ficar uma obra muito boa". Segundo Ana Mestre, uma vez concluída, "a obra ficará exposta no museu da Santa Casa, pois a ideia é que possa ser visitada por turistas com estas características ou por outras pessoas".
 

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[18.Fev.2017]
publicado por MJA 



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Observatório para a deficiência pede mais sensibilidade às autarquias

TSF

Ana Sofia Freitas | 8 DE FEVEREIRO DE 2017
 


Terminado o prazo para a adaptação de espaços públicos a deficientes "há muito ainda para fazer". O observatório considera que "há falta de sensibilização, informação e fiscalização".

Paula Campos Pinto, coordenadora do Observatório para a Deficiência e Direitos Humanos (ODDH) explica que "apesar de alguns avanços que ocorreram é frustrante que tantas pessoas com mobilidade condicionada ainda enfrentem inúmeros obstáculos para circularem na via pública, nos edifícios e nos transportes".

Foi determinado um período de dez anos para que todos os espaços públicos ou privados, turísticos ou comerciais, salvo algumas exceções, fossem modificados para serem acessíveis a todas as pessoas. O prazo terminou hoje mas "ainda subsistem muitos problemas" no que diz respeito aos direitos das pessoas com deficiência, desde logo, nos acessos aos "centros de saúde, repartições de finanças, espaços da Segurança Social, museus, etc."

Paula Pinto diz que as autarquias não estão a assumir responsabilidades nesta matéria

Para a coordenadora do ODDH esta matéria "tem sido descurada" lembrando que "as câmaras municipais têm uma responsabilidade muito grande, têm de estar mais atentas e dar o exemplo", e fiscalizarem o que é feito no espaço público para que sejam garantidos os direitos de todos, sem exceção.

O financiamento, não pode ser uma desculpa, porque "se há custos envolvidos em implementar soluções, há custos muito maiores se não forem realizadas as modificações uma vez que há um conjunto de cidadãos que são privados de viver em sociedade nas mesmas condições do que os restantes e que por isso mesmo se tornam um peso em vez de serem elementos que contribuem, com as suas competências, para a sociedade", avisa.

A coordenadora do Observatório defende que os custos não podem ser justificação

Ao contrário do que se possa pensar "as pessoas com algum tipo de limitação na mobilidade representam quase 20 por cento da população portuguesa", uma realidade que tende a aumentar com o envelhecimento da sociedade.

Paula Pinto recorda que é considerável o número de cidadãos portadores de deficiência

Confrontado com as críticas feitas às autarquias, o presidente da Associação Nacional dos Municípios, Manuel Machado diz que nunca lhe foi pedido um "levantamento sobre o que foi feito sobre esta matéria durante os últimos dez anos pelas câmaras municipais" e destaca que "os municípios têm feito um trabalho notável, colocando por exemplo, rampas de acessos onde é necessário".

Manuel Machado considera que os municípios têm feito um esforço

Manuel Machado refere que é "necessário não confundir as coisas" lembrando que por exemplo "os centros de saúde e os serviços de finanças são da responsabilidade da administração central e não das autarquias".

 

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[18.Fev.2017]
publicado por MJA 



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Politécnico de Leiria cria biblioteca braille

Boas Notícias  | 22/01/2017

Centro de Recursos para a Inclusão Digital do Politécnico de Leiria


O Centro de Recursos para a Inclusão Digital do Politécnico de Leiria (CRID) vai criar uma biblioteca em braille, que ficará situada na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais. A biblioteca, com o mote “Mãos que leem” será única no país, pela particularidade de integrar obras de vários géneros. A biblioteca será dotada com novos títulos mensalmente.
por redação

“Queremos disponibilizar um espaço em braille que englobe não só obras técnicas, que é o que geralmente acontece nas biblioteca ditas ‘normais’, mas também romances e outras obras para que a comunidade cega possa ter uma verdadeira biblioteca, diversificada e com opções para todos os gostos e necessidades”, explica Célia Sousa, coordenadora do CRID.

O projeto conta com o apoio financeiro do Lions Clube de Leiria, uma ajuda que a professora e investigadora da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Politécnico de Leiria considera “essencial” já que “imprimir em braille é muito dispendioso”.

“Este será com certeza um dos impedimentos para a editoras editarem obras em braille, o que condiciona muito as opções das pessoas cegas”, acrescenta.


35 títulos em braille até ao final do ano

O CRID compromete-se a adaptar pelo menos uma obra por mês, para integrar a biblioteca, sendo que de momento já tem prontos para impressão 23 títulos. Até ao final do ano de 2017, o CRID espera ter 35 obras disponíveis na biblioteca.

Na perspetiva de Célia Sousa, esta iniciativa pioneira a nível nacional, que permitiu que “obras que todos conhecemos – e que temos possibilidade de ler – possam chegar a públicos diferentes, recorrentemente privados de as lerem”, foi o primeiro passo deste novo projeto da biblioteca de braille do Politécnico de Leiria.

O Centro de Recursos para a Inclusão Digital do Politécnico de Leiria tem vindo a fazer um trabalho pioneiro na inclusão das pessoas com deficiência, em particular na adaptação para braille. Já adaptou, autonomamente e numa iniciativa pioneira no país, oito obras para braille, como “Viver a vida a amar” de Fátima Lopes, “Desnorte” de Inês Pedrosa, “Navios da noite” de João de Melo, entre outras.

Todas passaram a integrar o acervo da Biblioteca Afonso Lopes Vieira, em Leiria, através de um protocolo com o Município de Leiria. Além disso, o CRID já editou dois livros infantis multiformato, e outro material informativo.

Numa iniciativa inédita, lançou o primeiro guião cultural inclusivo (braille, áudio descrição, língua gestual portuguesa e pictogramas) no mundo, para o Mosteiro da Batalha. Hoje, todos os espaços culturais de Leiria contam com guiões inclusivos, sendo o Museu de Leiria construído de raiz para pessoas com deficiência.

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[26.Jan.2017]
publicado por MJA 



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Chinês cego e amigo sem braços, juntos já plantaram 10 mil árvores

Lasama

fotografia de Jia Haixia e do seu amigo Jia Wenqi.


Jia Haixia nasceu com cataratas hereditárias e perdeu um dos olhos num acidente de trabalho. O seu amigo, Jia Wenqi perdeu os dois braços aos 3 anos de idade.
 

fotografia de Jia Haixia e do seu amigo Jia Wenqi.


Juntos, há mais de dez anos, plantam árvores na região chinesa de Yeli com o único objectivo reflorestar a área e dar esperança à humanidade. Já alcançaram o número redondo de 10 mil árvores plantadas.

Cansados de lhes serem negados trabalhos, dadas as deficiências de que padecem, os dois homens conseguiram, com muito esforço, alugar um terreno ao governo chinês para tirarem dai o sustento das famílias e deixar um futuro melhor aos filhos.

Todos os dias saem de casa às sete da manhã, levam as suas ferramentas, uma barra de ferro e um martelo, e dirigem-se ao monte. Jia Wenqi leva o seu amigo cego sobre as suas costas.
 

fotografia de Jia Haixia e do seu amigo Jia Wenqi.


Dado não terem dinheiro para comprar árvores, resta-lhes recolher partes de outras que ali têm nascido. Para isso, Jia Haixia escala às árvores guiado pela a voz do seu velho amigo e procura partes de árvores que possam ser plantadas. Ao baixar-se faz um buraco, enquanto Wnqi fica encarregue de plantar os rebentos.
 

fonte: http://dioguinho.pt/
 

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[11.Jan.2017]
publicado por MJA 



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ACAPO Coimbra quer deslocar-se aos domicílios

Diário de Coimbra

9 Jan. 2017

 

Identificar os cegos e amblíopes que - por carências, dificuldades de deslocação ou outros impedimentos - não conseguem ir até à sede da ACAPO (Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal) em Coimbra, usufruindo das suas actividades de formação e do apoio à inserção profissional, é um dos principais desafios da direcção liderada por José Moreira, ontem empossada.

O novo presidente explicou ao Diário de Coimbra que o objectivo não é fazer da associação um destino, mas sim um elo de inclusão e integração. «Temos uma técnica que se dedica à angariação de emprego. E todas as actividades que promovemos têm em vista a aquisição de ferramentas para uma cada vez maior autonomia das pessoas», explicou, dando o exemplo das formações de braille, de informática ou em actividades de orientação e da vida diária. Estas últimas fundamentais para adultos que cegam de repente (casos de acidente ou, cada vez mais, de cegueiras por retinopatia diabética).

Depois da fase de adaptação - em que a ACAPO também ajuda -, há que encontrar novas maneiras de fazer as coisas, diz o responsável, cego desde os sete anos.

Leia a notícia completa na edição em papel.
 

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[11.Jan.2017]
publicado por MJA 
 


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4 de Janeiro é o Dia Mundial do Braille



Jovens Heróis


4 de Janeiro é a data de nascimento de Louis Braille. O vídeo 'Jovens Heróis' dramatiza a vida de Louis Braille, incluindo o acidente que causou a sua cegueira. Ilustra a criação e desenvolvimento do sistema Braille, em 1824, com a idade de 15 anos, e como ele começou por ser rejeitado no Instituto Real dos Jovens Cegos em Paris, onde Braille estudou quando criança e mais tarde foi professor.
 

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[4.Jan.2017]
publicado por MJA 
 


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Cartaz 3 de Dezembro - Prémio 2016

-marque a diferença . promova igualdade-

cartaz "Marque a diferença, promova igualdade"
Cartaz vencedor 2016


Com o cartaz "Marque a diferença, promova igualdade", Maria Bartolomeu de Trindade Ribeiro venceu a 9ª Edição do Concurso "Cartaz 3 de dezembro" 2016, promovido pelo INR.
 

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[2.Jan.2017]
publicado por MJA 
 


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Serviço de Leitura Especial da Biblioteca Municipal de Coimbra

Audiolivros para utentes deficientes visuais
 

imagem: "Quando a voz de um se torna os olhos de outros"


Desde 2011 que o Serviço de Leitura para Deficientes Visuais (SLDV) da Biblioteca Municipal de Coimbra, através de um projeto financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, passou a deter os meios para a produção de livros áudio, ao abrigo do artigo 80.º do Código dos Direitos de Autor.

Estes livros, cuja leitura é feita por voluntários, são disponibilizados gratuitamente a pessoas portadoras de deficiência visual - para serem ouvidos nos seus leitores de MP3, computadores ou telemóveis - sendo a sua transferência realizada via plataformas electrónicas (WE TRANFER e MEO CLOUD) ou através do envio postal das gravações em CD ou DVD.

Os utilizadores - nacionais ou estrangeiros - devem efectuar a sua inscrição, fornecendo, para o efeito, cópia digital do Atestado Multiusos de Incapacidade e os seus dados de identificação.

link para consulta dos audiolivros disponíveis


CONTACTOS:
Serviço de Leitura Especial
Biblioteca Municipal de Coimbra
telefone: 239.702.630 - ext. 2322 ou 2320
email: leitura.especial@cm-coimbra.pt
Web: http://www.cm-coimbra.pt/biblioteca/b309.htm

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[1.Jan.2017]
publicado por MJA 
 


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